No passado dia 4 de Março realizou-se, nesta Escola, o desfile de Carnaval. Os temas foram variados e a animação grande!!!!

A biblioteca é um mundo em constante evolução, e que nos convida a todos à exploração e à descoberta. Atrevam-se a abrir a porta desse mundo. Nós estaremos à vossa espera para orientar e partilhar essa aventura.

No âmbito da actividade "Uma vida d'escrita" do Deparatamento de Línguas, está patente na Biblioteca desta Escola uma exposição dedicada a Sophia de Mello Breyner.
Sophia nasceu no Porto, em 1919, no seio de uma família aristocrática. A sua infância e adolescência decorrem entre o Porto e Lisboa, onde cursou Filologia Clássica. Após o casamento com o advogado e jornalista Francisco Sousa Tavares, fixa-se em Lisboa, passando a dividir a sua actividade entre a poesia e a actividade cívica, tendo sido notória activista contra o regime de Salazar. A sua poesia ergue-se como a voz da liberdade, especialmente em "O Livro Sexto". Foi sócia fundadora da "Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos"e a sua intervenção cívica foi uma constante, mesmo após a Revolução de Abril de 1974, tendo sido Deputada à Assembleia Constituinte pelo Partido Socialista. Profundamente mediterrânica na sua tonalidade, a linguagem poética de Sophia de Mello Breyner denota, para além da sólida cultura clássica da autora e da sua paixão pela cultura grega, a pureza e a transparência da palavra na sua relação da linguagem com as coisas, a luminosidade de um mundo onde intelecto e ritmo se harmonizam na forma melódica, perfeita, do poema. Luz, verticalidade e magia estão, aliás, sempre presentes na obra de Sophia, quer na obra poética, quer na importante obra para crianças que, inicialmente destinada aos seus cinco filhos, rapidamente se transformou em clássico da literatura infantil em Portugal, marcando sucessivas gerações de jovens leitores com títulos como "O Rapaz de Bronze", "A Fada Oriana" ou "A Menina do Mar". Sophia é ainda tradutora para português de obras de Claudel, Dante, Shakespeare e Eurípedes, tendo sido condecorada pelo governo italiano pela sua tradução de "O Purgatório".
Dois irmãos com nomes de notas musicais recebem dos pais CD's mágicos que os transportam até à vida dos grandes compositores. Nesta aventura, vão conhecer Ludwig van Beethoven, que nasceu na Alemanha no séc. XVIII e ainda hoje as suas composições são amadas.
Com a leitura deste livro ficamos a saber, por exemplo, que Beethoven acordava diariamente bem cedo para estudar piano e violino e que aos 11 anos já escrevia as suas músicas. Aos 21 anos mudou-se para Viena, na Áustria e nunca casou, apesar de te ter apaixonado perdidamente por várias vezes.
O compositor ficou surdo muito cedo o que, certamente, não foi fácil para alguém cuja vida era a música. Todavia, não baixou os braços e continuou a trabalhar como se conseguisse ouvir as notas musicais. Por todos estes motivos continua a ser um exemplo a seguir, de determinação e coragem.
No ano em que se comemoram os cem anos da República, a DGLB, em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, apresenta esta exposição. A Biblioteca Municipal, em conjunto com outras bibliotecas, aderiu também a esta iniciativa em que participam outras instituições culturais como universidades, embaixadas, centros de língua portuguesa no estrangeiro, etc.
Fernando Pessoa, Mário Cesariny, José Luis Peixoto, Maria Tereza Horta, Eugénio de Andrade e António Lobo Antunes são alguns dos nomes cujos trabalhos podes ver no placar. Não percas tempo e vem inspirar-te...



A turma do CEF do 2º ano (Hotelaria e Restauração de Cozinha), durante esta semana, realizou diversos trabalhos no âmbito da atividade "Uma vida d'escrita" do Departamento de Línguas.
Florbela Espanca foi a escritora selecionada e, além de terem feito pesquisas sobre esta autora que se suicidou muito jovem, decidiram fazer uma exposição na nossa Biblioteca com alguns dos seus mais belos poemas. Além da exposição, os alunos do CEF entregaram um pequeno folheto com os dados biográficos de Flor Bela.
Entre outras coisas, ficaram a saber que os resíduos devem distribuir -se pelos diferentes ecopontos, de acordo com as suas cores. A sessão foi animada e muito esclarecedora.
Os meninos ficaram ainda a saber que, além do plasticão, do papelão, do vidrão e do pilhão,brevemente existirá no nosso concelho um oleão para reciclar o óleo doméstico, que deverá ser colocado em garrafas de plástico bem apertadas.